PETGOL “chega” a ITAIPU

O pessoal da EcoBrindes® está em festa. O PETGOL é uma criação da empresa e síntese do  esforço  para fazer  parte da cadeia da reciclagem de produtos, no caso das garrafas PET, reaproveitadas há tempos como matéria de diversos brindes do portfolio da EcoBrindes®. O principal projeto nesse sentido é o PETGOL, um brinquedo destinado ao entretenimento de crianças até sete anos, criado pelos “designers” da empresa com a colaboração de confiáveis empresas de desenvolvimento tecnológico.

Pois não é o que o PETGOL foi parar na ITAIPU BINACIONAL! Através da ASSEMIB – ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA ITAIPU BINACIONAL a EcoBrindes® entregou recentemente uma encomenda de varias dezenas de PETGOL que – com muita honra – havia recebido. É interessante lembrar que a Caixa Econômica Federal também já adquiriu o produto para distribuição como brinde nas casas lotéricas.

O PETGOL é um brinquedo que vem conquistando as crianças de todo o país. Além disso, traz uma notável lição de educação socioambiental ao reunir entretenimento dos pequenos com os princípios da reciclagem, no caso das garrafas pet. As unidades do PETGOL levam, sempre, uma mensagem do “patrocinador”, na base do campo de jogo.

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Modelo sustentável de casa compacta e em PVC ganha concurso

blog ecobrindeas 35_Compacta e em PVC_imagem

O jornal Folha de S. Paulo divulgou na sua edição de 22 de novembro de 2013 que o projeto de uma casa do arquiteto catarinense André Fornari foi o ganhador o Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura, realizado pela empresa petroquímica Braskem em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil de Alagoas. O principal objetivo do certame era escolher o melhor projeto para um modelo de casa sustentável que tivesse o plástico como material principal, sobretudo o PVC.

A casa modelo foi pensada para um lote dentro dos limites da fábrica da Braskem na cidade de Marechal Deodoro (AL). As dimensões do terreno, de 120 m², exigiram uma arquitetura ordenada e racional, que aproveitasse ao máximo cada cômodo. Dois blocos lineares, com alturas distintas e colados um ao outro, determinam o uso dos espaços.

O primeiro, para área social e de serviço, é aberto, com pé-direito mais alto e interligado física e visualmente à frente e aos fundos do terreno. O outro bloco, de usos mais privativos como quartos e banheiros, é fechado para a frente e os fundos, mas aberto para toda a lateral, onde um terraço linear acompanha o volume. Com isso, os cômodos desse setor têm boa luminosidade e ventilação.

O pé-direito maior do primeiro volume permite ainda uma abertura lateral contínua acima do espaço dos quartos e banheiros, ao lado, auxiliando na entrada de luz natural e possibilitando troca de ar constante em todo o ambiente.

A casa será erguida em 2014 e ficará aberta para visitação.

 

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PETGOL, síntese da criatividade e da responsabilidade socioambiental na terra do futebol

Um acontecimento de negócios deixou a todos nós da EcoBrindes® — dirigentes, equipes técnicas de criação, desenvolvimento e produção – extremamente contentes e felizes. A Caixa Econômica Federal, por intermédio de suas agências de publicidade, encomendou-nos vários lotes do PETGOL.

O evento seria apenas mais uma transação mercantil entre a CEF e a EcoBrindes® não fosse o significado – tecnológico, econômico, histórico – que ele traz consigo.

O PETGOL é uma plataforma de entretenimento para crianças, que se assemelha a um campo de futebol com seus respectivos jogadores, similar ao futebol de botão que, ao invés da “bola”, utiliza uma pequena ficha, que os “jogadores” devem mandar para o gol. Essa plataforma foi desenvolvida para aproveitar a reciclagem das garrafas pet, levando no espaço tido como o “gramado”, a mensagem do patrocinador.

Coleta Seletiva, Reciclagem e Cadeia  Produtiva – Uma longa e desafiadora etapa marcou a criação e desenvolvimento do produto, tarefa desempenhada com galhardia pelo nosso pessoal. A cadeia produtiva do PETGOL, propriamente dita, começa na chamada coleta seletiva, com o recolhimento das garrafas pet (politereftalato de etileno), que serviram para acondicionar água e refrigerantes. Vem depois a transformação do material recolhido em matéria prima para a produção em série do brinquedo. Finalmente, a produção e o “toque final”, com a “personalização” do brinde, ou seja, a inserção da mensagem do cliente patrocinador. Como a da Caixa, por exemplo, que adquiriu o PETGOL para ser distribuído às casas lotéricas.

Responsabilidade socioambiental & criatividade – O PETGOL, para nós da EcoBrindes®, é resultado de uma fórmula interessante, que começa ao assumirmos a parcela de responsabilidade socioambiental nas tarefas da reciclagem, passa pela criatividade e desenvolvimento do produto e se conclui como uma contribuição para o entretenimento de crianças e adultos, em um esporte bem brasileiro, o futebol.

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Reciclagem, necessidade e obrigação dos tempos modernos

Nos lares brasileiros, a preocupação com a coleta seletiva do lixo e, a partir daí, com a reciclagem, é grande. A coleta seletiva é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos), descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos. Os materiais recicláveis são separados em papéis, plásticos, metais e vidros.

A reciclagem suscita a questão da disposição final do lixo, problema que aflige as cidades brasileiras e que exige posicionamento de toda a cidadania e dos governos. Na cidade de São Paulo, segundo dados da Prefeitura do município, geram-se, em média, 18 mil toneladas de lixo diariamente (lixo residencial, de saúde, restos de feiras, podas de árvores, entulho etc.). Só de resíduos domiciliares são coletados quase 10 mil toneladas por dia.

Reciclar é transformar objetos e materiais usados em novos produtos. Trata-se de uma necessidade do planeta, na medida em que se confirmam os benefícios que este procedimento traz para todos nós. Analistas já demostraram que “a partir da década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis  aumentou significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países desenvolvidos”. Por isso, governos e entidades da sociedade organizada estão cobrando de empresas e cidadãos posturas responsáveis, pois, o crescimento econômico está aliado à preservação do meio ambiente. Aqui se inserem as campanhas de coleta seletiva do lixo e reciclagem, extremamente importantes e estratégicas para toda a sociedade, em todo mundo.

O processo de reciclagem ajuda a preservar o meio ambiente, gera riquezas e contribui para a diminuição da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir custos de produção. O vidro, o alumínio, o papel e o plástico são os materiais mais reciclados.

Mas, há outro beneficio trazido pela reciclagem: a geração de emprego e renda, segmento em que as cooperativas de catadores de papel e alumínio nos centros urbanos do país desempenham estratégico papel e já são uma concreta realidade.

O problema do lixo nas grandes cidades tem exigido uma postura séria e responsável por parte dos governos, das empresas e da cidadania, como se disse acima. Com isso, cada vez mais, a coleta seletiva e a reciclagem apresentam-se como solução viável social, ecológica e econômica para a preservação do planeta. Mas também uma obrigação de todos nós!

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Reciclagem do lixo nas cidades brasileiras: a contribuição da EcoBrindes® é vital no processo

A reciclagem do lixo no país está amparada por uma lei. É a de no. 12.305, que instituiu a chamada Política Nacional de Recursos Sólidos, que funciona como diretriz para o manejo dos resíduos e do lixo no país. A reciclagem do lixo está ligada diretamente à condição de sustentabilidade das cidades e, por extensão, de todo o país. Desde o inicio de suas atividades, o pessoal dirigente e o quadro de profissionais da EcoBrindes® decidiu apoiar – por convicção – a reciclagem, irmã gêmea da sustentabilidade.

A propósito, é altamente significativo lembrar a existência de uma associação de empresas dedicada à promoção da reciclagem e gestão integrada do lixo, o Compromisso Empresarial para Reciclagem, o CEMPRE, que tem como Diretor Executivo, André Vilhena.

A produção de lixo no Brasil é de 1 quilo de resíduos sólidos por dia. No entanto, apenas 20 a 23% do total gerado da fração seca do lixo urbano. A maior parte vai parar nos lixões, sem qualquer reaproveitamento ambiental adequado.

Acabar com os lixões a céu aberto até 2014 é a meta da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que muita gente considera difícil de ser conseguida. O país ostenta bons índices de reciclagem, mas é preciso avançar, aperfeiçoando a operacionalidade da cadeia. Da mesma forma, há pela proa o problema tributário, Os impostos acarretam uma carga de 32% no valor dos materiais reciclados.

A EcoBrindes® vem, conscientemente, fazendo sua parte na cadeia da reciclagem. Aqui as garrafas PET são reaproveitadas há tempos. O principal projeto nesse sentido é o PETGOL, um brinquedo destinado ao entretenimento de crianças até sete anos, criado pelos nossos “designers” com a colaboração de respeitáveis e confiáveis empresas de desenvolvimento tecnológico. Nesse produto, unimos criatividade e tecnologia. A outra utilização deste material reciclável é como matéria prima das sacolas artísticas, as nossas “ecobags”, onde, inclusive, utilizamos o mote “ontem uma PET, hoje uma sacola!”.

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Crystal 2

Água mais limpa

Um dos saldos mais positivos do recente festival de música SWU, em Paulínia (SP), foi a apresentação da água mineral Crystal Eco. A proposta desse novo produto da Coca-Cola Brasil está em sintonia com a sustentabilidade defendida pelo evento. A começar pelos benefícios do consumo de água para a saúde humana, mas principalmente pela inovadora embalagem. A garrafa pode ser torcida após o consumo, o que reduz em 37% o volume da embalagem, ocupa menos espaço nos recipientes para guardar e transportar material reciclável e facilita a reutilização da mesma como matéria-prima de outros produtos.

A garrafa de 500 ml da Crystal Eco sem gás ainda utiliza 20% menos PET que as equivalentes tradicionais, graças à tecnologia chamada de PlantBottle. Essas “garrafas de planta” contém até 30% da matéria-prima derivada do etanol de cana de açúcar. Segundo o fabricante, tal composição reduz em cerca de 25% as emissões de dióxido de carbono. A possibilidade de ser torcida, uma característica conhecida como crushable, decorre de um processo de sopro convencional para a moldagem, mas com pré-formas de base diferenciada, o que garante à estrutura da garrafa essa habilidade mecânica. Essa tecnologia foi lançada primeiro no Japão, com a água I-Lohas, em 2009.

A Crystal Eco recebeu apoio – estampado na embalagem – de entidades como Instituto Akatu, a Conservação Internacional, a SOS Mata Atlântica e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), cujas marcas estão estampadas no rótulo da garrafa. A nova embalagem da água mineral Crystal chegará ao mercado em geral em janeiro de 2012. Essa é uma das mais recentes ações sustentáveis da Coca-Cola Brasil, que mantém o programa “Reciclou, Ganhou” desde 1996. Hoje, 98,2% das latas de alumínio e 55,6% das garrafas PET são recicladas. Produtora de brindes de PET reciclado, a EcoBrindes sugere esse gole de consciência ambiental.

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Studio 377 2

Criatividade que transparece

Reciclar e reaproveitar, por si só, já são práticas louváveis, por reduzir a necessidade de matéria-prima e, assim, poupar a natureza da extração dessa matéria-prima. Quando a reciclagem é feita com criatividade, melhor ainda. Embora sejam conhecidos diversos produtos confeccionados a partir de papel e plástico reciclados, o vidro é um dos materiais que menos vemos em produtos produzidos a partir de reciclagem e reuso, embora seja um dos mais adequados para esses processos. Um trabalho como o do Studio 377 torna-se mais interessante até por isso, além, é claro, dos valores equivalentes aos da EcoBrindes, que sempre merecem nosso incentivo e valorização.

Criada em 1996 pelo artesão Renato Flemming, a empresa de São Paulo cria e produz peças decorativas e promocionais de vidro, utilizando material reciclado em 99% de seus produtos. As peças artesanais são elaboradas com uma máquina de corte e acabamento para peças de vidro desenvolvida pelo pai de Flemming e aprimorada por ele. A preservação ambiental é um dos pilares do trabalho do Studio 377 e pode ser observada também na restauração de peças (até de porcelana) e na utilização de cacos que sobram de outros trabalhos para criação de novos produtos. A sobra de vidro que ainda decorre desse processo é encaminhada para reciclagem.

Garrafas são cortadas para se tornarem copos, vasos, cinzeiros, lustres e objetos de decoração. A linha de produtos do Studio 377 ainda inclui troféus, placas de homenagem, medalhas, cinzeiros, luminárias, lustres, vasos, bandejas, porta-copos, porta-retratos, pesos para papel, suportes para cartões de visita, jogos da velha, jogos resta um e de quebra-cabeça e uma cruz iluminada, entre outros. A empresa ainda realiza restauração de objetos de vidro, cristais e antiguidades. Outros serviços que ela oferece são gravação em copos, taças, pratos e cinzeiros, entalhe de vidro e outros materiais e cópia de peças de vidro sob encomenda. Opções tão diversas quanto a versatilidade que o vidro oferece e merece mesmo depois de usado.

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Interfitas 1

Beleza biodegradável

Com o Natal se aproximando e o comércio das grandes cidades repleto de decorações coloridas, brilhantes e iluminadas, começa a maratona de compras que se encerra em 24 de dezembro. Quantidades enormes de lixo são geradas todo ano tão logo as festividades se encerram. São as embalagens dos produtos e os embrulhos dos presentes. Cientes do impacto ambiental que essa tradição acarreta, a paulista Interfitas criou uma linha de fitas de presente confeccionadas em papel Kraft com certificação de origem, tinta à base de água e cordão de algodão.

Se não forem reutilizadas, as fitas se biodegradam em questão de meses, ao passo que o plástico leva várias décadas. Além do cuidado ambiental, essas fitas permitem abrir os embrulhos em questão de segundos, evitando o incômodo desafio de chegar ao presente que certas embalagens proporcionam. As fitas são desintegradas naturalmente em questão de meses, diferente das produzidas em material plástico, tão recorrentes no mercado. A beleza do acabamento é a mesma, como é possível ver pelas fotos. As fitas podem fazer par com as sacolas de papel Kraft oferecidas pela própria Interfitas, que atua há duas décadas no mercado de embalagens para presentes.

São vários os tamanhos, quantidades, cores e padrões de acabamento disponíveis. Alguns kits já vêm com cartão. A impressão dos produtos da Interfitas adota tecnologia “hot-stamp” e flexografia. O Kraft utilizado vem de áreas de reflorestamento. A linha de produtos da empresa inclui ainda laços prontos, que embelezam qualquer presente. Vale a pena procurar ter consciência e cuidado na hora de escolher qual a embalagem que vai trazer os presentes de Natal e de outras ocasiões do ano. Difundir valores sustentáveis como os da Interfitas, assim como os que a EcoBrindes tanto defende, é certamente um dos melhores presentes que podemos oferecer àqueles de que gostamos.

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Sun Catalytix 2

Fotossíntese high-tech

Eletricidade tirada do hidrogênio. Hidrogênio extraído da água. Parece simples a descrição e ela realmente é. O que essa simplicidade não revela é que ela, se ainda não é uma realidade fora dos laboratórios científicos, é uma esperança trazida com uma pesquisa que a Sun Catalytix vem desenvolvendo. A empresa liderada pelo Professor de Química Daniel Nocera, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), vem se empenhando no desenvolvimento de uma folha artificial, um material que atua como uma célula solar de silício e gera bolha de oxigênio de um lado, enquanto solta bolhas de hidrogênio do outro, gases que podem ser recolhidos como combustíveis.

Considerando-se que alguns dos mais avançados sistemas alimentados por energia elétrica hoje utilizam as correntes geradas a partir do hidrogênio, sem envolver nem queima nem emissão de poluentes, há um grande potencial no material desenvolvido pela Sun Catalytix, o da energia limpa, abundante e de produção de baixo impacto ambiental, complementando os benefícios da atmosfera mais limpa. A empresa de Cambridge, no estado americano de Massachusetts, se dedica a estudar formas alternativas de produção de energia renovável e armazenamento da mesma.

Os semicondutores de silício desenvolvidos por Nocera reagem dessa maneira quando imersos em água. A pesquisa calcula que três galões de água sejam capazes de alimentar uma casa ampla para os padrões americanos por um dia. Seria uma forma barata, renovável e personalizada de energia que não dependeria da abundância de sol ao longo do ano, um problema em países do hemisfério norte no que diz respeito à eficiência de painéis de células fotovoltaicas ao longo do ano.

Esses painéis são previstos na alimentação do sistema. Eles captam energia solar durante o dia e o excesso de eletricidade produzida é usado na quebra das moléculas de água, com o oxigênio e o hidrogênio sendo armazenados. À noite, ambos são recombinados por uma célula de combustível para produzir eletricidade para todas as funções da casa, assim como o reabastecimento de carros elétricos na garagem. Os subprodutos de água são reaproveitados posteriormente no processo. O princípio do experimento é intencionalmente similar ao da fotossíntese realizada das folhas das plantas.

Além dos semicondutores de silício, o lado que libera oxigênio contém um catalisador de cobalto, enquanto o lado de onde sai o hidrogênio é revestido por uma liga de níquel-molibdênio-zinco, materiais considerados abundantes na natureza e baratos. Desse modo, os lares se tornariam usinas de energia equivalentes tanto às hidrelétricas atuais quanto aos postos de gasolina, só que em escala menor e customizada. O projeto conseguiu financiamento do Tata Group, da Polaris Venture Partners e da Agência de Projetos de Pesquisa Avanaçados do Departamento de Energia americano. A EcoBrindes torce para que o projeto saia logo dos laboratórios do MIT e ganhe o mundo.

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Sucatinha 2

Diversão e arte

Reciclagem é uma necessidade cada dia maior, mas a seriedade com que ela deve ser encarada não impede que aqueles que já se conscientizaram de sua importância criem maneiras lúdicas e divertidas de exercitar e difundir esse prática. É o caso das artistas plásticas Alessandra Maiello e Camila Di Giácomo, de São Paulo. Formadas pela Universidade de Belas Artes, elas são as responsáveis pelo Ateliê Sucatinha de Luxo, instalado numa casa no bairro de Pinheiros, na capital paulista. Através de oficinas e cursos para crianças e, em breve, também para adultos, elas encontraram uma maneira criativa e inusitada de compartilhar conhecimentos sobre história da arte, música e literatura enquanto ensinar cuidados com o meio ambiente.

Os temas dos cursos e oficinas variam bastante, ainda que sempre voltados para o universo da arte. Entre as atividades, as crianças podem aprender a fazer colagens, customização de peças, pinturas, sendo que entre as matérias-primas mais recorrente estão sucata ou material de reciclagem, como PET, jornal e até antigos discos de vinil.
A EcoBrindes só poderia apoiar um ideia como essa. As atividades duram em média duas horas. Os pais deixam as crianças no ateliê e voltam para buscá-las após o término da atividade ou participam de outras oficinas criadas especificamente para pais e filhos atuarem em conjunto, estas tendo uma hora de duração.

Outra atração que o Ateliê Sucatinha de Luxo oferece é levar a brincadeira das oficinas para as festas de aniversário
infantis, um tipo de atividade com um viés educativo de consciência e responsabilidade social, não meramente consumista. Caracterizadas de acordo com a ideia que for definida, Alessandra e Camila podem propor narração de histórias, oficinas de arte e até mesmo levar a decoração das festinhas, com temas outros além dos personagens de desenhos animados. Elas normalmente chegam uma hora antes do início da festa para montar todo o mobiliário do mini-ateliê e trazem aventais e materiais a serem usados. Só vão embora com o fim da festa. As peças confeccionadas pelas crianças costumam virar lembrancinhas para os convidados.

Eventos de empresas em que os filhos dos funcionários participem também podem ser atendidos pelo Ateliê. Os preços variam de acordo com a proposta, mas, como referência, a narração de história custa cerca de 400 reais, a decoração de mesa, cerca de 600 reais e a oficina de arte cerca de 1500 reais.
O Sucatinha de Luxo só trabalha com um máximo de 50 crianças por vez ou até 150 em sistema rotativo, quando existem outras atividades para as crianças se revezarem.
Agora, com a nova sede em Pinheiros, cursos de arte para adultos estão sendo preparados. Já há dois previstos: Mandalas e Divas.

Camila vai ministrar o curso Divas, em que o tema será trabalhado com papel marché. A proposta é confeccionar uma diva de sucata, mas com o apoio de uma pesquisa de época para caracterização da personagem e sua história.
O curso de Mandalas ficará a cargo de Alessandra, que vai explorar o desenho de Mandalas, a partir dos conceitos desenvolvidos pelo psiquiatra e psicanalista suíço Carl Jung de que as elas despertam o indivíduo para o autoconhecimento, mas também de noções básicas de desenho geométrico e técnicas de cores. As oficinas para adultos devem ter início em outubro e custar cerca de 450 reais, com material incluso. O Ateliê Sucatinha de Luxo fica na Rua Mourato Coelho 451, Pinheiros. Os telefones para contato são (11) 8567-5291 ou (11) 9251-1363.

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